Um dia tive um sonho, ao meu redor tudo
era realidade.
Neste sonho cuja realidade temporária
vivi, lá existia anjos.
Anjos cujas asas, refletem a liberdade
de ir e vir, de escolher seus caminhos.
Então uma voz me disse assim: Nada
digas, escutes mesmo se estiveres magoado;
Aprender, observar, amar, dar nada
receber, mesmo se precisares, tuas suplicas
são ouvidas, tuas necessidades
supridas.
Que sonhos lindo, que durou por um
instante, mas em minha memoria é
real.
Na casa dos anjos, vivi como se fosse
um, mas sabia que não era digno
de lá estar, nem dar, mesmo há mesas
sentar, era um estrangeiro em terra estranha.
Foi quando uma voz me disse, supres a
vontade do Rei, dar tudo que tens,
Toda a roupa do teu corpo, até a tua
morada, entregues ao curador.
Nas mãos do Senhor de Dias, de
semblante meigo hospitaleiro,
tudo lhe foi entregue, em minhas mãos;
nada restou.
Ao cumprir cada item, vi nos olhos de
casa anjos ciumes, invejas, desconfiança.
Achavam que ia tomar seu lugar, suas
posições, dominá-los, e suas liberdades.
Então confabularam entre si, me
acusaram de estar nu, de malicias, e maldades.
De falta de respeito, que eu lá estava
não era de confiança, tinha que sair.
Acordei, vivendo hoje a minha própria
realidade, onde sou apenas letras,
sentenças, em cada mensagens
escritas,mas, alegro-me quando por você sou lido,
tal e a tua paciências em ler meus
escritos, que aborrecem a muitos, mais
lendo ou relendo nada entendendo, sou a
parte que te falta, sou as letras vivas
de um conto de fadas.

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