Faça de mim oh! Deus o teu esconderijo.
Habite Oh! Senhor dentro de minha alma.
Faça do meu Santuário o teu Santuário.
Pemita esta unido contigo, junto a ti, como antes.
Quando sobre as águas,observavas a tua honrada criação.
E me deleiteava contigo em gozo profundo.
Observando o rumo e os seres que criamos.
Protegendo-o da discordia, e destruição.
Oh! meu Senhor, minha vida por ti anela.
Anseio a tua presença em meu Satuário.
Aguardando a redenção, a Eles presente.
Que não sejam tão rebeldes, e profanos.
E despertem dentro de si, a porção determinada,
E acordem deste sono, que os torna animalescos.
Senhore da morte, e do caos.
Quando nos dividimos, para os torna-los iguais.
Concordamos e o aperfeiçoamos fazendo-o parte de nós.
A imagens para olhar neles a ti, o amei profundamente.
Como posso virar as costa, para aquele que amei.
E olhando neles te vejo, Se olho para mim, os sinto.
E percebo que somos todos um , mas suas ações os distancia,
Rompendo a pureza, os levam profundo do espaço vazio.
Onde tudo que não esteja harmoniozamente estabelecido,
Não poderá ser visto ou contemplado, porque luz não há.
Dentro a Ti criaste, o que é visto.
Subdividiste o que se contempla, com que foi guardado.
Ninguém o vê, mas está lá.
Tanto o lugar de repolso como de tormento.
Onde sombras da existencia, perpetuam, no silencio.
Onde rastejam, nunca ficam de pé.
Reservadas estão no negrume das trevas.
Onde na existencias almas vivem sobre a luz do Onipotente.
Onde derramado sobre elas o seu Espirito.
Aguardando o Clarim tocar.
Onde o que ainda não existiu existira,
O que existe se romperá. Todos, verão o Livro.
E todos os livros, se revelará.
Leste, entendeste, compreendeste.
Te falei. Misteŕios, claros revelados.
Quem viu verá, quem ouvui os ouvirá.
Palavras são vida.
No Livro todos, sem esseção foram escritos.
Mas muitos foram apagados.
Não que os tenha apagado.
Mas a livre escolha foi dada.
Uma desisão não pode ser revogada.
O Santuário será guardado.
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