Chegou o grande dia .
Resolvi descer, ante ao vazio deixado.
Quando vejo o jardim vazio.
Sinto falta do cheiro dos lírios.
Então decidi replantá-los.
Resolvi então descer ao pântano.
Olho para cima vejo o clarão do sol.
Refletindo a vida, agora morta.
Chegou até ela misericórdia.
Falada e selada, é confirmada.
Misericórdia alcançaste e a graça a mim confiada.
Ante a angustia, te fundi, com palavras,
Olhando para os lírios, me rebelei, tomando as tuas culpas.
Mas, vendo-me como homem, tão pequeno,
O pó ressurge em gloria tão grande.
Tomando tuas condições me rebelei vendo no PAI culpas.
Tomando as tuas formas alcancei misericórdia,
Quando me ensinaste a amar te,e compreender-te.
Quando despojado estava, aprendi e ensinava.
Que amor é este que nos separava, quando junto a ti estava.
Conheci a imensidão,inundei o teu ser de gozo.,
e junto falávamos um ao outro. Mas me senti só e vim buscá-los.
Então te pedi oh ! Pai, me de os meus filhos,
Deixa-me criá-los, que eles te amem de corpo e alma.
Se dediquem intensamente a ti, em todo tempo.
Poupe-os pois os criei, não os deixe se destruírem.
Então chorei, e me lancei em seu lugar, assumindo a culpa.
O presente ao meu pai quero dar.
Mas quando desci estava sob o mar.
Me disseste o homem não sabe o que é a luz.
Se soubesse viria para a luz.
Me vi afogado com o brilho da luz sobre o mar.
Então me toma em teus braços, aceita minha oferta de amor.
Ainda que pequena , é de grande coração.
Então me prometes que multiplicarias e os faria multidões,
Inundei de gozo e alegria, senti a tua tristeza, Eu troquei de lugar,
a ficar com eles e não subir até a ti.
Do alto os vi me compadeci, não posso deixar a sua merce,
Suas ingenuidade e grande ,são crianças confundem bem com o mal.
Por isso ainda estou aqui, no santuário zelando por ti.
Quando oh! Pai me disseste.
Tu és a menina dos meus olhos.'
Eu dei meus olhos para eles.
Quando me disseste eles serão diante de mim, como eu for para ti.
Me alegrei , assumo as suas culpas, e os amo imensamente,
mas do que a mim mesmo, por isso me despojei da gloria,
para que eles sintam, o mesmo gozo que sinto, estando neste Santuário.
Agora os vendo sinto-me feliz porque eram teus tu o me deste,
te peço, perdão por tudo que te fiz, trocando de lugar, não te abandonei ao contrario,
Os levarei comigo estando ao teu lado.
Poderá todos te conhecer como eu te conheci ,estando ao teu lado.
Oh! gozo inefável,sabor de mel.
Por isso os levo comigo, ao campo celestial.
Me chego a casa dos ricos,
Pergunto a muitos quem quer lavar minhas veste, sujam e rotas.
Mas ninguém aparece, como mendigo me chego a procurar uma casa.
Ninguém oferta seu lar.
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