
Grandes Catástrofes previstas para os últimos séculos, Já previstas pelos antigos.
Em oito de junho autoridades americanas realizaram uma reunião intitulada: “Fórum do Clima Espacial”, onde foi discutido como o aumento da atividade solar nos próximos meses afetará a vida em nosso planeta e as opções para mitigar os possíveis danos causados. Este post explora a possibilidade de utilizarem as previsões destes eventos como uma ferramenta de manipulação e controle.
Richard Fisher, chefe da Divisão de Heliofísica da NASA, explica:
“O sol está acordando de um sono profundo e, nos próximos anos, esperamos ver níveis muito mais elevados de atividade solar. Ao mesmo tempo, a nossa sociedade tecnológica tem desenvolvido uma sensibilidade sem precedentes para as tempestades solares. A intersecção destas duas questões é o que estamos discutindo.”
De acordo com o artigo da NASA, grande parte dos danos podem ser atenuados se os governantes souberem que uma tempestade solar está vindo. Colocando os satélites em ‘modo seguro’ e desligando os transformadores, pode-se evitar que estes equipamentos sejam danificados por picos de energia. Ação preventiva, porém, exige previsão exata, um trabalho que tem sido atribuído ao NOAA.
Alem destas existe a previsão do meteoro gigante em direção a terra .2016.
O Centro Nacional de Informação Geológica e de Terremotos dos Estados Unidos (USGS) advertiu hoje sobre a possível erupção do Monte Santa Helena, no EStado de Washington, devido a um forte aumento da atividade sísmica. Segundo um comunicado da USGS, "as explosões de lava poderiam ocorrer rapidamente e sem aviso".
"Estão sendo registr

ados quatro sismos por minuto. Os maiores se aproximam da magnitude 2,5 e estão se tornando mais freqüentes", anunciou um relatório do USGS. "Elevamos o alerta a um segundo nível" (de três), informou Stephanie Hanna, da USGS. Segundo um comunicado, "as explosões de lava poderiam ocorrer rapidamente e sem aviso".
O Monte Santa Helena faz parte da cadeia Cascade Mountains, que cruzam um longo setor do noroeste dos Estados Unidos. Outros famosos vulcões deste cordão incluem o Monte Adams e o maior de todos, o Monte Rainier, atualmente também ativo.
Ainda que tenha permanecido inativo por mais de 100 anos, o Santa Helena começou em março de 1980 um processo de reativação que conduziu a uma forte e devastadora erupção em menos de dois meses, no dia 18 de maio de 1980, caracterizando-se por uma magnitude e violência sem precedentes, deixando pelo menos 57 mortos. Depois dela, a altura do monte teve uma redução de 2.950 para 2.549 metros sobre o nível do mar.
A erupção do Santa Helena foi classificada como um terremoto do grau 5,1 na escala Richter, chegando a ser sentida em várias cidades distantes algumas centenas de quilômetros. A nuvem de fumaça e cinzas foi vista do espaço e seus efeitos foram sentidos, inclusive, no Canadá.
O tenente estava certo: Yellowstone é um vulcão, mas não um qualquer. O mais antigo parque nacional dos Estados Unidos está situado sobre um dos maiores vulcões do planeta. Por outro lado, Doane equivocou-se quanto a um aspecto crucial: esse vulcão não está extinto.
Existem vulcões - e há os supervulcões. Esta última categoria ainda não tem definição consensual - o termo foi popularizado por um documentário transmitido pela BBC em 2000 -, mas alguns cientistas o empregam para designar erupções excepcionalmente violentas e volumosas. O U.S. Geological Survey (USGS) usa o termo para se referir a qualquer erupção em que sejam lançados mais de 1 milhão de metros cúbicos de pedra-pomes e cinza no decorrer de um único evento - ou seja, 50 vezes a do vulcão Krakatoa em 1883, na qual morreram mais de 36 mil pessoas. Uma explosão vulcânica mata plantas e animais em um raio de quilômetros; já os supervulcões, quando entram em atividade, são capazes de provocar a extinção de espécies, pois modificam o clima em todo o planeta.
Não há registro de nenhuma dessas supererupções na história humana, mas os geólogos fazem uma ideia de como elas seriam. Primeiro, uma coluna de calor ascende das profundezas do planeta e funde as rochas logo abaixo da crosta terrestre, criando uma imensa câmara repleta de uma mescla pressurizada de magma, rocha semissólida, vapor d'água dissolvido, dióxido de carbono e outros gases. À medida que o magma se acumula na câmara no decorrer de milhares de anos, o terreno acima começa a ficar abaulado, centímetro por centímetro. Surgem então fraturas na beirada da abóboda. Quando a pressão na câmara magmática é liberada através dessas fraturas, os gases dissolvidos explodem em uma reação em cadeia. É como "abrir uma garrafa de Coca-Cola depois de sacudi-la", diz o cientista Bob Christiansen, do USGS, um dos primeiros a pesquisar o supervulcão, na década de 1960. Assim que a câmara magmática se esvazia, a superfície sofre um colapso. Toda a área da abóbada afunda no interior do planeta, como se a Terra estivesse devorando a si mesma. O resultado final é uma gigantesca caldeira vulcânica.
A "área de calor" responsável pela caldeira de Yellowstone já provocou dezenas de erupções durante os últimos 18 milhões de anos. Como a área se estende até as profundezas, e a placa tectônica sobre ela está se movendo para sudoeste, as caldeiras remanescentes de explosões mais antigas se enfileiram como um colar de contas.
As três últimas supererupções ocorreram no próprio Yellowstone. A mais recente, 640 mil anos atrás. Segundo os cálculos dos cientistas, a coluna de cinza ergueu-se a 30 mil metros, lançando uma camada de detritos pelo oeste americano até o golfo do México. Os fluxos piroclásticos - uma fluida massa densa e letal composta de cinza, rocha e gás superaquecidos a 800°C - moveram-se pela paisagem como imensas nuvens cinzentas. Tais nuvens cobriram vales inteiros com uma camada de centenas de metros de material tão quente e pesado que se consolidou como asfalto sobre a paisagem antes verdejante. E essa não foi a explosão mais violenta do Yellowstone. Há 2,1 milhões de anos ocorreu ali uma erupção duas vezes mais forte, que criou uma caldeira de 4 mil quilômetros quadrados. Entre uma outra, 1,3 milhão de anos atrás, houve uma terceira erupção - menor, mas ainda assim devastadora.
Em todas essas ocasiões, os efeitos foram sentidos no planeta inteiro. Os gases que se elevavam até a estratosfera teriam se mesclado ao vapor d'água, criando uma fina névoa de aerossóis de sulfato que bloqueou a luz do sol, mergulhando a Terra em um "inverno vulcânico" que durou anos. De acordo com pesquisadores, o DNA humano talvez guarde sinais de uma catástrofe assim, ocorrida há cerca de 74 mil anos, quando se deu a erupção do Toba, um supervulcão na Indonésia. O subsequente inverno vulcânico pode ter contribuído para um período de resfriamento global que reduziu a população a alguns milhares de indivíduos - por muito pouco não extinguiu a espécie humana.
Apesar de sua violência, restaram apenas débeis sinais da atividade dos supervulcões. A caldeira de Yelowstone sofreu erosão, foi preenchida com fluxos de lava e cinza oriundos de erupções menores (das quais a mais recente foi há 70 mil anos) e em seguida foi nivelada por geleiras. Florestas tranquilas recobriram as cicatrizes restantes. Esses efeitos tornam quase impossível detectar qualquer sinal, a menos que se tenha bom olho, como era o caso do tenente Doane, ou que se seja alertado por um geólogo.
"Vemos dois terços da caldeira", diz o geofísico Bob Smith. "As dimensões dela são tão grandes que é difícil ter uma ideia precisa." Nós estamos acima do lago Butte, em um mirador no leste do lago Yellowstone, um dos melhores pontos para se ver a caldeira. Mas eu não percebo nada. Vejo o lago se estender por quilômetros abaixo de nós e alguns morros ao norte - antigos domos de lava. Mas não consigo visualizar os limites da caldeira, pois grande parte dela está sob o lago, e também em função de sua enorme escala - com uns 72 quilômetros de diâmetro. Tal como Doane no topo do monte Washburn, diviso apenas longínquos morros de uma e de outra banda no horizonte e, entre eles, a oeste, as "não montanhas", o espaço vazio em que o terreno afundou no período de apenas alguns dias.
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