E Abrão partiu de Harã, e ele tomou Sarai, sua mulher, e ló, seu irmão, filho de Harã, para a terra
de Canaã, e ele veio a Assíria, e passou a Siquém, e morava perto
2 Carvalho sublime. E ele viu, e eis que a terra era muito agradável, desde a entrada de Hamate até
3 carvalho nobre. E o Senhor disse-lhe: «A ti e à tua descendência darei esta terra. E
4 edificou ali um altar, e ofereceu nele um holocausto ao Senhor, que pareciam
5 ele. E-se dali para a montanha. . . Betel ao ocidente e Ai ao
6 Oriente, e armou ali a sua tenda. E viu, e eis que a terra era muito grande e boa, e tudo nela
cresceu, vinha e figos e romãs, carvalhos e ilexes e carvalhos e árvores de petróleo, e os cedros e
ciprestes e data, e todas as árvores do campo, e não havia água no
7 montanhas. E abençoou o Senhor, que o levaram para fora de Ur dos Caldeus, e tinha trazido
8-o a esta terra. E aconteceu que no primeiro ano, na sétima semana, na lua nova do primeiro mês,
que ele construiu um altar na montanha, e chamou o nome do Senhor: "Tu,
Nove do Deus eterno, és meu Deus ". E ele ofereceu sobre o altar um sacrifício queimado ao Senhor
para que Ele
10 deve ser com ele e não abandoná-lo todos os dias da sua vida. E partiu dali e fui em direção ao
sul, e ele chegou a Hebron e Hebron foi construída nessa época
. E sucedeu que, quando Faraó apreendidos Sarai, mulher de Abrão,
que o Senhor a Faraó e a sua casa com grandes pragas, por causa de Sarai, mulher de Abrão.
3Entre estas havia uma árvore de um odor incessante; nem daquelas que estavam no Edem, havia lá alguma, de todas as árvores de fragrância, que cheirava como esta. Suas folhas, suas flores, nunca ficam murchas, e seu fruto era belo.
Hoje, petróleo — ontem, incenso
A solução do enigma é o incenso.
A história bíblica faz um relato comovente do Menino Jesus, para o qual três reis do Oriente trouxeram incenso e mirra até a estrebaria onde ele havia nascido, em Belém. Incenso era um presente digno, que naquele tempo valia tanto quanto o ouro. O historiador grego Heródoto (c. 490-425 a.C), que viajou pelo Oriente Próximo, relata que em Babilônia gastavam-se anualmente 1.000 talentos de prata para incenso em honra do deus Baal.
Os egípcios, que purificavam o ar no templo com incenso, e o misturavam como essência perfumada ao betume utilizado na mumificação de seus mortos, cobriam suas necessidades de incenso através de expedições ao mar Vermelho.
O imperador romano Nero, durante o enterro de sua amada de longos anos e, posteriormente, esposa, Popéia Sabina (65 d.C), promoveu uma orgia de incenso. Por dias a fio ele deixou que mais incenso subisse aos céus do que toda a Arábia colhia em um ano — uma perfumada e tardia reparação pelo brutal pontapé dado por ele, e em conseqüência do qual Popéia Sabina morreu.
Entretanto, o incenso era mais que um artigo balsâmico e narcótico e uma preciosa oferenda aos deuses. O médico grego Hipócrates (c. 460-375 a.C.) descobriu seus efeitos curativos na asma e males do útero, e também como ingrediente para pomadas cosméticas. Esse remédio milagroso era receitado pelos hipocráticos para grande êxito da medicina da época.
Aquilo que Hipócrates havia descoberto como um novo remédio já havia sido empregado por Moisés cerca de 800 anos antes para desinfetar seu povo de doenças contagiosas durante o Êxodo:
"E Moisés disse a Aarão: Pegue o turíbulo, acenda-o com o fogo do altar e coloque incenso, leve-o então depressa ao povo e consiga sua expiação; pois a praga já começou. E Aarão pegou o turíbulo, como Moisés havia recomendado, e caminhou com ele em meio ao povo. E realmente a praga já havia começado; e ele defumou e conseguiu a expiação para o povo. Pois, caminhando assim entre os mortos e os vivos, ele pôs termo à praga". (Núm. 16:46.)
Pode-se assegurar sem exagero: as imensas riquezas proporcionadas aos árabes pelo petróleo na atualidade eram trazidas aos palácios em troca de incenso na Antigüidade, e isso não é um conto das Mil e Uma Noites.
O incenso é obtido extraindo-se a resina de uma árvore, a Boswellia carterii; essa pequena árvore silvestre, que chega a atingir 3 m de altura, um arbusto na verdade, cresce principalmente no litoral calcário seco do reino de Hadramaut, no que é hoje o golfo de Aden, até Dhofar, em Oman. Sua casca é áspera e pintalgada, mais ou menos como a da bétula-européia. Sob ela encontra-se uma camada mais macia com uma resina grudenta e leitosa semelhante ao látex. A cada início de verão essa resina surge no tronco da árvore, no qual são feitas então incisões em vários lugares, brotando delas, em gotas, a resina. Em contato com o ar quente essas gotas secam, formando pequenas pelotas, que após uma semana são raspadas e jogadas fora. O processo é repetido um mês depois. A resina que novamente escorre das incisões, secando rapidamente, é vendida como incenso de qualidade inferior. Somente a terceira sangria, executada durante os quentes meses de verão, produz incenso de primeira qualidade. Escravos formavam pelotas com a resina, que era então purificada e, acondicionada em cestinhas, enviada aos depósitos, de onde era distribuída.
O incenso é obtido extraindo-se a resina de uma árvore, a Boswellia carterii; essa pequena árvore silvestre, que chega a atingir 3 m de altura, um arbusto na verdade, cresce principalmente no litoral calcário seco do reino de Hadramaut, no que é hoje o golfo de Aden, até Dhofar, em Oman. Sua casca é áspera e pintalgada, mais ou menos como a da bétula-européia. Sob ela encontra-se uma camada mais macia com uma resina grudenta e leitosa semelhante ao látex. A cada início de verão essa resina surge no tronco da árvore, no qual são feitas então incisões em vários lugares, brotando delas, em gotas, a resina. Em contato com o ar quente essas gotas secam, formando pequenas pelotas, que após uma semana são raspadas e jogadas fora. O processo é repetido um mês depois. A resina que novamente escorre das incisões, secando rapidamente, é vendida como incenso de qualidade inferior. Somente a terceira sangria, executada durante os quentes meses de verão, produz incenso de primeira qualidade. Escravos formavam pelotas com a resina, que era então purificada e, acondicionada em cestinhas, enviada aos depósitos, de onde era distribuída.
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